29 de Julho de 2010

 

 

 

REPORTAGEM SAMORAONLINE

 

 

 

Integrada nos Festejos em Honra de Nª Sr.ª da Oliveira e Nª Sr.ª de Guadalupe a ARCAS - Associação Recreativa Cultural Amigos de Samora leva a efeito na Sexta-Feira 13 de Agosto de 2010, pelas 22 horas, uma corrida de toiros.

Cavaleiros:
- Sónia Matias, Pedro Salvador e Filipe Gonçalves.
Cavaleiros Praticantes:
- Nelson Limas, Tomás Pinto e Verónica Cabaço.
As pegas vão estar a cargo dos Grupos de Forcados Amadores de Vila Franca de Xira e Alcochete.

A Ganadaria António Silva irá apresentar 6 magníficos exemplares que pela manhã farão o tradicional encierro momento sempre aguardado com enorme expectativa por todos os aficionados da região.

O Samoraonline deslocou-se à Ganadaria António Silva e recolheu algumas imagens do curro destinado à Grande Corrida de Toiros.

VEJA O CURRO DA GANADARIA ANTONIO SILVA

 

http://www.samoraonline.com/noticias/ver.asp?id=475

 

PUBLICADO POR samoraemmovimento às 22:43

 

 

      Eng. VITOR BARROS

 

O Ministério da Agricultura quer implementar mudanças na Companhia das Lezírias, a maior empresa agrícola nacional detida exclusivamente por capitais públicos e na Fundação Alter Real – que integra a empresa - de forma a torná-la mais rentável num futuro próximo.

 

O primeiro passo já foi dado, com o afastamento do presidente do conselho de administração, Vítor Barros, que foi substituído por António Coelho de Sousa, ex-colega do ministro António Serrano na Universidade de Évora.

 

O afastamento de Vítor Barros, segundo fonte do Ministério da Agricultura ouvida por O MIRANTE, está relacionado com as crescentes divergências entre o próprio e o ministro António Serrano quanto à forma de gerir a Fundação Alter Real, entidade que tem atravessado várias dificuldades financeiras e que é dirigida por inerência pelo presidente da Companhia das Lezírias.

 

Os objectivos do ministério com esta nova liderança são aumentar a rentabilidade da Companhia e implementar uma “reorganização profunda” no modo de funcionamento da Fundação Alter Real. De acordo com a mesma fonte, a gestão de Vítor Barros sofreu um golpe desde que, no início do ano, a Fundação foi alvo de uma auditoria desencadeada pela Inspecção-Geral da Agricultura e Pescas, por ordem do ministério da Agricultura, por alegados actos de má gestão que originaram vários prejuízos à instituição. As conclusões da auditoria mostraram que não foi detectada nenhuma irregularidade ou ilegalidade na gestão da Fundação.

 

O ministério garante que a saída de Vitor Barros “nada tem a ver com a auditoria” e que foi feita de mútuo acordo com o ministro António Serrano. A primeira prioridade do Governo é “reorganizar profundamente a Fundação Alter Real, através de um plano de gestão cuidado e eficiente e que seja sustentável para o erário público”.

 

O novo presidente do conselho de administração da Companhia e que vai ficar responsável pelas duas entidades tuteladas pelo Estado, António Coelho de Sousa, foi colega do ministro António Serrano no departamento de gestão da Universidade de Évora e tem formação superior em economia e gestão agro-alimentar. António Sousa era professor auxiliar da Universidade de Évora e deverá abandonar esse cargo no próximo ano lectivo para se dedicar em exclusivo às suas novas funções. O responsável exercia também o cargo de presidente da Assembleia Municipal de Viana do Alentejo pelo Partido Socialista.

 

Contactado por O MIRANTE, Vítor Barros recusou comentar o assunto. O nosso jornal tentou também ouvir António Sousa mas nenhuma resposta nos foi enviada até ao fecho desta edição.

 

A Companhia das Lezírias, recorde-se, apresentou no ano passado um resultado líquido positivo de 140 mil euros e possui 20 mil hectares de terreno, distribuídos pelos concelhos de Vila Franca de Xira, Benavente e Salvaterra de Magos, onde trabalham 90 funcionários na produção de vinho, arroz, cortiça, leite e gado.

 

Em relação à Fundação Alter Real, criada em 2007 pelo então ministro Jaime Silva para assumir as responsabilidades do antigo Serviço Coudélico Nacional e à gestão das Coudelarias do Estado, as contas são mais complicadas, com a fundação a mostrar dificuldades financeiras, especialmente fruto das quebras de receitas nos leilões anuais (baixaram de 200 mil euros em 2008 para 85 mil euros no ano passado) e queda das contribuições das empresas no âmbito do mecenato, que caíram de 800 mil euros em 2008 para 160 mil euros em 2009. Actualmente a Fundação emprega 130 pessoas e tem como objectivo promover a preservação do património genético da raça lusitana, num trabalho que envolve também as raças Sorraia e Garrano.

 

 

NOTICIA JORNAL O MIRANTE

PUBLICADO POR samoraemmovimento às 20:51

QUEM SOMOS

VER PERFIL

SEGUIR PERFIL

3 seguidores
PESQUISAR
 
Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Julho 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9
10

16
17

19
20
24

27


ARQUIVOS
2019:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2018:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2017:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2016:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2015:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2014:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2013:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2012:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2011:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2010:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2009:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2008:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


tags

todas as tags

subscrever feeds
blogs SAPO