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SAMORA EM MOVIMENTO

" A INFORMAÇÃO NO MOMENTO "

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PELO REGRESSO DAS CONSULTAS COMPARTICIPADAS NA MESRICORDIA DE BENAVENTE

 

noticia MIRANTEONLINE

 

Dois autocarros cedidos pela câmara municipal e uma carrinha de nove lugares da junta de freguesia transportaram uma centena de utentes de Benavente que foram à capital do país exigir à Administração Regional de Saúde que honre o acordo assinado com a Misericórdia. Na bagagem levaram a primeira parte de um longo abaixo-assinado com 1100 assinaturas.

 

 

O presidente do conselho directivo da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARS-LVT), Rui Portugal, recebeu na terça-feira, 23 de Agosto, as primeiras 1100 assinaturas de um longo abaixo-assinado que a população do concelho de Benavente está a recolher exigindo o regresso das consultas comparticipadas pelo Serviço Nacional de Saúde no Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Benavente.

Segundo o coordenador da Comissão de Utentes do Concelho de Benavente, Domingos David, o responsável da ARS ficou “surpreendido” e “admirado” com a quantidade de assinaturas que lhe foram entregues em mão. Ainda assim a comissão garante que em breve entregará no número 77 da Avenida dos Estados Unidos da América, em Lisboa, local onde está situada a sede daquela entidade estatal, a segunda parte do documento, com mais umas centenas de assinaturas. A população do concelho deslocou-se a Lisboa para se manifestar à porta da ARS-LVT e exigir que esta honre os compromissos assumidos com a Misericórdia, que actualmente continua sem poder ter consultas comparticipadas de cardiologia e cirurgia-geral. Foram precisos dois autocarros e uma carrinha de nove lugares para levar todos os interessados em marcar presença no protesto.

Enquanto decorria a manifestação com palavras de ordem e faixas de protesto o presidente da administração regional de saúde recebeu os elementos da comissão de utentes. No final surgiram promessas de que serão negociadas no futuro as duas especialidades que continuam em falta.

“No nosso entender o que se passou é que houve um acordo assinado entre a ARS e o grupo Mello para a gestão do hospital de Vila Franca de Xira. Foi como se tivéssemos sido vendidos nesse negócio e isso nós não aceitamos. Ainda por cima foi um negócio em que as partes mais importantes, os utentes, não foram ouvidos”, criticou Domingos David.

O coordenador da Comissão de Utentes garante que valeu a pena realizar a manifestação em Lisboa. “Se não nos tivéssemos mexido ainda hoje as situações estavam por resolver”, referindo-se à concentração realizada no dia 2 de Agosto no cine-teatro de Benavente, onde se juntaram mais de 400 pessoas em protesto.

“Neste momento há partes do concelho sem transportes públicos por causa das férias escolares. Como é que as pessoas fazem para irem às consultas em Vila Franca? Estamos todos em grande sofrimento por causa disto”, lamenta a O MIRANTE.

No entendimento do responsável da ARS-LVT, Rui Portugal, o Hospital de Vila Franca de Xira tem condições de oferecer atendimento com bons tempos de espera. “A ARS-LVT vai de encontro às preocupações de gerar poupança e redução de despesa, aproveitando ao máximo a capacidade e oferta dos hospitais, mantendo a qualidade”, acrescenta o responsável.

Desde o dia 1 de Julho que os utentes do concelho de Benavente deixaram de beneficiar das comparticipações do Serviço Nacional de Saúde em várias consultas da especialidade no Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Benavente, sendo obrigados a deslocar-se ao Hospital de Vila Franca de Xira. Depois de uma reunião entre a misericórdia e a ARS-LVT, no dia 4 de Agosto, foram desbloqueadas as consultas de dermatologia e medicina física e reabilitação (fisioterapia). O provedor da misericórdia já tinha dito a O MIRANTE que a solução amenizava mas não resolvia o problema, uma vez que foram feitos recentemente investimentos de 500 mil euros numa unidade de cirurgia que agora fica a aguardar por comparticipação. O provedor da instituição já admitiu ter de despedir pessoal caso a situação não seja regularizada. O acordo assinado com a Administração Regional de Saúde é válido até ao final do ano, altura em que será reavaliado.

CORTEJO DE ALCAMÉ - NOSSA SENHORA VEIO DE NOVO Á CIDADE

 

 

 

 

 

 

     Nossa Senhora de Alcamé veio de novo á cidade, para se juntar ás Padroeiras na Procissão com todas as imagens. Mas o Cortejo de Alcamé, com Campinos e Cavaleiros  Amadores a acompanhar é um momento solene das Festas de Samora. Depois da Missa na Igreja Matriz sai a Procissão com todas as Imagens, que percorre as principais ruas da cidade. Acompanharam a Procissão, a Fanfarra dos Bombeiros Voluntarios de  Samora Correia, a  Banda da Sociedade Filarmonica União Samorense e este ano também a Banda da Sociedade Filarmonica União e Progresso da Madalena, Ilha do Pico, Açores, que durante uma semana estiveram em Samora Correia a convite da SFUS.

 

 

 

 

 

banda filarmonica da MADALENA DO PICO - AÇORES

 

 

 

MANEIO DE GADO NA CIDADE

 

 

    Na manhã de domingo nas Festas de Samora, demonstração de maneio de gado por campinos e lavradores a cavalo, nos terrenos junto á sede da ARCAS, cedido pelo Sr Pedro Casuilho.

   O que habitualmente os campinos fazem no seu dia a dia no campo, foi transferido para a cidade e muito publico esteve a assistir. Foram atribuidos premios, nos campinos venceu o campino "janica", nos cavaleiros amadores Marco.

 

 

 

 

TRABALHADORES EM PROTESTO CONTRA ENCERRAMENTO DE SUPERMERCADO

 

 

noticia LUSA

 

Um grupo de funcionários do supermercado Supersol em Samora Correia,  está à porta em vigília, num protesto contra o encerramento do estabelecimento.

“Estamos aqui a cumprir o nosso horário de trabalho, à espera que sejam dadas indicações por parte do patronato”, explicou à agência Lusa uma das funcionárias.

Segundo os trabalhadores do Supersol, a notícia chegou verbalmente na segunda-feira ao final do dia e a surpresa foi geral.

“Que a situação estava má todos sabíamos, mas não esperávamos que fosse assim à última da hora”, comentou outra funcionária, que preferiu não ser identificada.

A situação abrange cerca de duas dezenas de funcionários, que, ao que lhes foi transmitido, ficam “sem trabalho e sem ordenado, mas continuam nos quadros da empresa”.

Os trabalhadores estão apreensivos em relação ao seu futuro e prometem continuar a cumprir o horário de trabalho, em turnos à porta do estabelecimento. “Se nos dessem a carta para o desemprego já era uma mais-valia”, adiantou uma das trabalhadoras.

A Lusa contactou a administração da empresa, mas não foi possível obter esclarecimentos.