31 de Maio de 2011

 

 

noticia MIRANTEONLINE

 

Um pequeno muro de cimento situado ao lado de um passeio, junto à rotunda da Quinta das Cegonhas em Samora Correia, concelho de Benavente, está a revoltar os moradores. Localizado ao fundo da rua Carlos Batalha, o muro atravessa toda a largura da via e impede o acesso à estrada das vagonetas, obrigando os condutores a percorrer o dobro da distância para encontrar alternativas. No local vivem várias centenas de pessoas nas 62 habitações ali existentes, algumas com vários apartamentos nos diferentes pisos.

 

“O que acontece é que sem o muro eu podia apanhar a estrada em apenas um minuto, bastava entrar na rotunda e sair. Com o muro tenho de andar muito mais e dar uma volta enorme para apanhar a mesma estrada. Não faz sentido e nos dias que correm, em que o combustível está caro, temos de fazer contas a todos os pequenos gastos”, critica Alfredo Martins, residente.

PUBLICADO POR samoraemmovimento às 22:53

OI:
Ora aí está um problema mesmo muito grave!!!!
Com tantas barbaridades que se podem presenciar em Samora em Benavente... esta mereceu noticia! As pessoas têm que andar mais 800metros!!! Acredito que podia estar melhor e o muro até é absurdo... mas há aí tanta coisa para pegar. Abram os olhos
1 de Junho de 2011 às 10:05

OI:
Querem exemplos?
Na rua dos pombalinhos com a rua que vem do ringue da esteveira está lá um buraco (que é basicamante uma fossa aberta) onde cabe lá um carro, quanto mais um dos muitos miudos que brincam naquela zona.

Ainda existem alguns parques infantis (Bairro Nª Srª oliveira e Esteveira) com chão em areia e areão. Até é giro mas no Inverno é para esquecer e ainda os cães que entram lá para dentro fazer as necessidades até os torna num caso de saude publica.

O valado das Silveiras, que é a unica zona que existia em Samora para as pessoas correrem, andarem, fazerem desporto, bicicleta, está fechada com arame farpado, obrigando as pessoas a andarem a pé na movimentada rua dos operários Agricolas. Estamos a falar em mais de 30-40 pessoas. Um dia há uma desgraça.

Os contentores do lixo espalhados pela cidade estão todos encardidos e velhos que até faz impressão tocar-lhes. Bem como a zona em seu redor. Coitados dos que moram mesmo perto deles.

A zona ribeirinha (mais perto dos bares do Finex e Cais bar) tem arvores e arbustos gigantestos onde nem dá para ver o rio quanto mais a paisagem. O objectivo inicial não era as pessoas desfrutarem do rio e da vista para as Lezírias?

e por aí adiante......
1 de Junho de 2011 às 10:21

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