16 de Junho de 2011

 

 

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 Câmara de Benavente prepara-se para aprovar a construção de um centro comercial, com mais de 50 armazéns, que se espera possa vir a criar centenas de postos de trabalho na zona do Porto Alto.

Trata-se de “um centro comercial constituído por 64 módulos em propriedade horizontal, semelhante a alguns que os promotores chineses já têm em algumas cidades europeias”, explicou à Lusa o presidente da Câmara Municipal de Benavente, António José Ganhão.

Segundo o autarca, o objetivo dos promotores é que os armazéns sejam vendidos a todos aqueles que estejam interessados em investir e “não apenas à comunidade chinesa”. No entanto, acrescentou António José Ganhão, os investidores pretendem que aquele espaço seja “uma montra de produtos chineses competitivos, mesmo em termos tecnológicos”.

O autarca deu como exemplo o setor dos automóveis ou das motas como potenciais áreas a estarem representadas naquele empreendimento. O projeto deu entrada nos serviços camarários e aguarda licenciamento.

O presidente do município considera este investimento “uma mais valia”. “Um projeto desta dimensão significa muitos milhões de euros de investimento”, disse, sublinhando a importância da criação de postos de trabalho, uma vez que “é uma empresa local que vai realizar a obra e utilizar mão-de-obra local”. Na fase de exploração do espaço, a perspetiva é também para a criação de mais postos de trabalho.

Segundo António José Ganhão, o investimento, numa fase inicial, deverá rondar os 20 milhões de euros. A autarquia adianta não ter ainda prazos para a concretização do projeto. O empreendimento comercial vai ser desenvolvido num terreno com sete hectares, ocupando um espaço de cerca de 27 mil metros quadrados, localizado junto à Estrada Nacional 10, na zona do Porto Alto.

 

PUBLICADO POR samoraemmovimento às 00:00

carlos:
Boa tarde,uma sugestao,porque em vez de Porto Alto não se chama aquela localidade de "Chinatown",visto que só se ve é pessoas de nacionalidade chinesa,e aconselhava o Sr.Presidente adar uma volta desde a Murteira até ao modelo para ver a sujidade existente dentro das propriedades ocupadas por essas pessoas.Cria-se emprego durante a sua construção(centro)e depois as lojas passam a ter so operarios chineses,Sr.Presidente ninguem da nada a ninguem,muito menos essas pessoas,e a prova disso são os armazens chineses ja existentes que não empregam quase nenhum portugues.Temos que começar a pensar em Portugal e não na china,se nos fossemos a pensar em Portugal,metade das firmas que fecharam ainda hoje estariam abertas.Resumindo,qual é a mais valia desse centro para os samorenos?
16 de Junho de 2011 às 14:39

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