06 de Setembro de 2011

 

 

 

noticia JORNAL " O MIRANTE "

 

José Manuel Ramos Pereira cessou as funções de comandante da Guarda Nacional Republicana que exercia no posto de Samora Correia . O militar foi destacado para novas funções no âmbito da rotatividade das chefias dentro da força policial. Numa carta enviada ao executivo da câmara municipal de Benavente José Ramos Pereira diz que chegou ao fim “um ciclo anunciado” por contingências impostas pelo comando da GNR. “Parto muito triste, é certo, mas com o sentimento de dever cumprido”, escreveu o militar ao presidente da câmara. José Ramos Pereira estava há frente do posto de Samora Correia há quase 15 anos e considera, na hora da despedida, que fez tudo quanto estava ao seu alcance para tornar a cidade mais segura.

“Orgulho-me de ter sido um e só um líder que teve uma equipa que sempre fez o que esteve ao seu alcance para resolver os problemas dos cidadãos”, escreve.

O presidente da câmara municipal de Benavente, António José Ganhão (CDU), considerou que “partiu um amigo do concelho e da cidade de Samora Correia” e afirmou que a substituição do comandante deveria ter sido alvo de outra análise. “Nós tínhamos uma equipa que era chefiada por alguém que conhecia o terreno e tinha construído com a população uma relação recíproca de confiança. Quando se fazem estas mudanças elas não podem ser simples operações de rotina, devem resultar de uma avaliação que não terá sido feita em quantidade, porque a mim restam-me dúvidas se esta mudança não irá trazer alguns problemas para a nossa população e aumentar o seu sentimento de insegurança”, afirmou a O MIRANTE à margem da última reunião pública do executivo.

Também Carlos Coutinho (CDU), vice-presidente da câmara, condenou a colocação de José Ramos Pereira noutras funções fora do concelho. “Lamento essa regra da rotação de comandos e devia haver uma avaliação dos métodos de cada um porque era justo que José Ramos Pereira pudesse manter-se em exercício no posto de Samora”, defendeu.

Do lado da oposição os vereadores consideraram que Samora Correia perdeu “um grande homem”. Ana Casquinha (PS) considerou que o trabalho do comandante “nunca foi fácil porque os índices de criminalidade estavam muito altos em Samora” mas que, mesmo assim, “nunca virou a cara à luta”. Também José D`Avó (PSD) reconheceu o trabalho de José Ramos Pereira e desejou-lhe felicidades para as novas funções. Miguel Cardia (CDU), vereador com o pelouro da protecção civil, considerou que foi “um privilégio” trabalhar com José Ramos Pereira.

PUBLICADO POR samoraemmovimento às 22:05

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